sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Turbinando o Tesouro Direto

Olá investidores,

Resolvi sacar 50% do meu colchão de emergência e alocar esses recursos em NTNB Principal 15/05/2019. Optei por reforçar o montante aplicado no Tesouro Direto por dois motivos:

1)Aumentar o peso da renda fixa na minha carteira de investimentos, buscando a proporção que eu julgo ideal, que é de 70% em RF e 30% em renda variável. Com o novo aporte, atualmente eu estou com aproximadamente 75% em RV e 25% em RF.

2)Expandir o bolo no TD visando a aquisição da minha casa própria. Para quem não sabe ainda, o meu objetivo é pegar esse dinheiro que irá vencer em 2019 e utilizar o mesmo como entrada para comprar o meu primeiro imóvel. Como esse título deixará de ser vendido em 15/05/2017, optei por reforçar o meu capital nele, visando acumular uma quantia razoável para esse objetivo.

Em resumo, a estratégia não mudou. Aportes mensais em empresas boas, no TD e na poupança, aonde está o meu colchão de emergência. Não entendo absolutamente NADA de FIIs e não pretendo investir neles, pois eu fujo de qualquer coisa que tenha a palavra fundo no meio.

Abraços a todos!

22 comentários:

  1. I.L., colchão de segurança em NTNB não é muito legal...

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    1. Uó,

      Acho que você não leu o meu post direito. Eu SAQUEI 50% do valor do meu colchão de emergência, que estava na poupança, e apliquei em NTNB Principal 15/05/2019, visando a aquisição da minha casa própria.

      Abraços.

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    2. Então estes 50% agora não são mais colchão, certo?

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    3. UB,

      Exatamente. Pretendo recompor o meu colchão de emergência até o final de 2015.

      Abraços.

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    1. Se fores comprar mais, sugiro avaliar a possibilidade de pegar vencimento maior.

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    2. Dividendos,

      A ideia é comprar sempre a NTNB Principal com o prazo mais curto, pois não quero deixar o dinheiro "bloqueado" por muitos anos.

      Além do mais, a diferença entre as taxas oferecidas não compensa o período tão distante, na minha opinião.

      Abraços.

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    1. Guardião,

      Obrigado. Pretendo ir repondo a retirada do colchão de emergência ao longo do ano.

      Abraços.

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  4. O seu colchão de segurança está na poupança?

    Por que não deixa em CDB com liquidez diária e com vencimento em 2019 ?

    No Itaú existe a compromissada plus que a partir de 3 anos paga entre 100 e 102% do CDI e não tem as taxas do TD. Claro que se você retirar antes rende menos, mas seria apenas em uma emergência.

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    1. II,

      Sim, para mim, colchão de emergência, por padrão, tem que ser na Poupança! Essa compromissada rende mais que a Poupança e tem liquidez diária?

      Vou pesquisar mais sobre esse produto... Obrigado pela dica!

      Abraços.

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  5. FAço colchao em LFT e gosto muito. Sugiro observar o movimento dos juros das NTNB para comprar com a melhor taxa. Nesse época de variação da Selic, ela varia muito tmb.

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    1. DI,

      O problema da LFT é que ela não tem liquidez imediata, logo, não serve como colchão de emergência. Sobre a NTNB Principal, eu compro um pouco todo mês, independentemente da taxa ofertada.

      Abraços.

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  6. IL,

    É isso aí. Colchão de emergência para mim é para as seguintes situações:

    Batida de carro
    Gastos médicos urgentes (acidentes, doenças gravíssimas descobertas, aborto)
    Pagamento de resgate de sequestro de familiares (vivemos no Brasil, isso é uma realidade)
    Perda de emprego por várias meses.

    A maioria das pessoas acha que fundo de emergência é somente para perda de emprego. Ignora que em algumas situações, liquidez de 1 semana pode ser uma eternidade e não servir para absolutamente nada.
    Justamente por isso, o fundo de emergência, na minha opinião, deve estar aplicado 100% em poupança, que tem liquidez imediada (só ir em qualquer caixa).
    Meu fundo de emergência tem como base o objetivo de R$6.000, o que cobre meus gastos mensais por 3 meses. Caso ocorra algo grave, daria para segurar até dar tempo de eu vender todos os meus ativos e resgatar todo o meu patrimônio (caso ocorra alguma tragédia sei lá).

    Abraço!

    Abraço!

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    1. PR,

      Sem dúvida! Colchão de emergência tem que ser na Poupança e ponto final.

      Abraços.

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  7. É claro que é difícil substituir a sensação de mais segurança que os títulos públicos dão, porem tem banco médio que oferece lci com vencimento para 3 anos pagando ipca + taxa prefixada igual ao da ntn-b, pagando juros semestrais. Não tem a liquidez semanal do TD, mas pra quem desejasse carregar até o vencimento seria uma boa, sem IR e sem taxa de custodia e com garantia do FGC.
    Sobre o colchão de emergência, a poupança é mesmo o mais pratico, concordo.

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    1. IB,

      Não tenho coragem de investir nesses bancos pequenos, mesmo com a garantia do FGC. Assim como nas ações, eu gosto de alocar meu capital em valor!

      A respeito do colchão de emergência, concordamos, rs.

      Abraços.

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  8. Achei bom esse movimento I. L, mais a frente irei fazer isso também, acho que servidor público não precisa guardar muito dinheiro na poupança.

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    1. Beto,

      Na verdade eu antecipei o meu aporte no TD, que deveria acontecer no começo de fevereiro. Mas a ideia é sempre manter na Poupança os seis meses de despesas mensais.

      Abraços.

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  9. Concordo com o UO, IL.

    Ok que você pretende recompor o fundo até o final do ano, mas emergência não avisa quando virá. Acho 50% uma parte muito considerável e na minha humilde opinião você está se expondo ao risco atoa...
    Mas espero que sua estratégia dê certo IL!

    Abraços!

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    1. Simplinvest,

      Entendo a sua preocupação, contudo, o que eu fiz foi apenas antecipar e reforçar o meu aporte no TD que deveria ocorrer em fevereiro porque eu achei que a taxa da NTNB Principal 15/05/2019 iria cair.

      Enfim, agora já está feito, e por causa disso, o aporte de fevereiro da Poupança será maior justamente para recompor essa retirada e porque só aportarei novamente no TD agora em março.

      Abraços.

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