domingo, 21 de setembro de 2014

Realizar o lucro

Olá investidores, 

Recentemente o Bastter publicou um novo vídeo sobre esse tema que é um tanto quanto controverso. Quero aproveitar a brecha e abrir aqui um debate democrático sobre esse assunto e saber a visão de cada um sobre o mesmo. O que você pensa sobre isso?

Vale mais a pena praticar o Buy and Hold clássico, que eu, o EI, e o Troll seguimos, por exemplo, ou o Buy and Hold Ativo, que consiste em segurar as ações mas vender uma parcela caso elas atinjam um alvo de lucro, e o maior representante da blogosfera seria o ?

Ainda temos como opção o método do Trade de Valor, que consiste em comprar as ações na baixa, vender na alta, e depois tentar recomprar de novo se elas baixarem! Acredito que na blogosfera financeira o Guardião seria o representante máximo dessa última vertente...

Os argumentos estão no jogo e chegou a hora de debater, com respeito e educação, por favor!

Abraços a todos.

132 comentários:

  1. Vamos dar uma reciclada nos assuntos,que falta de criatividade...

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    1. Anônimo,

      Sugere um tema aí então.

      Abraços!

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    2. Estes anons agregam bastante, rs

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    3. UB,

      São os seguidores do Afonsinho.

      Abraços!

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  2. Acredito que esse tema envolve vários fatores, além, é claro,da estratégia de cada um.Na minha equipe tenho 4 jogadores que não vendo só pra realizar lucro (bbas3, cmig3, eztc3 e grnd3).Já as demais (ctip3 eter3, hgtx3, natu3, petr4,pomo4,stbp11, vale5 e vivt3) se houver uma subida forte, sem está de acordo com os fundamentos, realizo o lucro e substituo por alguma empresa com boas perspectivas.
    Acionista25

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    1. Acionista,

      Pois é, esse tema é bem polêmico mesmo. Eu, a priori, pretendo ser sócio das empresas da minha carteira até o dia em que elas forem boas.

      Abraços.

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    2. Quais foram os critérios de escolha dos fixos e dos móveis?

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    3. Uó,

      Acredito que sejam critérios pessoais. Provavelmente o Acionista "confia", digamos assim, mais nas empresas fixas.

      Abraços.

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  3. Sou adepto do Buy&Hold tradicional. Escolher boas empresas, analisar os balanços e pronto. Não tenho capacidade nem interesse em precificar empresas, fazer valuation. Vale muito mais apenas pra mim focar em desenvolvimento pessoal, profissional, projetos paralelos, que com certeza serão melhor do que ficar tentando esse tipo de técnica.
    Na minha cabeça esse pensamento de realização de lucros é a seguinte, na maioria dos casos:
    "Eu escolhi uma empresa que eu considero que tenha bons fundamentos, e agora que a cotação disparou vou vender parte da minha posição nessa empresa porque eu ACHO que tá caro". Pra mim isso é totalmente irracional, um achismo puro (na maioria dos casos, claro que tem pessoas sérias que fazem isso) e que não é garantia de acerto.

    OK, olha um exemplo: você comprou PETR4 a R$10,00 daí em um mês vai a R$20,00 e você vende tudo porque acha que o movimento é irracional, e blablabla, eleições, Dilma isso, Marina aquilo, PTralhas pra cá pra lá e nessa brincadeira PETR vai a R$40,00 e fica nesse patamar por 2 anos.
    Nada contra quem pratica, somente tem que ser consciente e bem definido o que se está fazendo. Às vezes a pessoa é "100% Buy&Hold", daí quando a cotação de um ativo explode inventa de fazer "Valuation", estudar "precificação", e acaba se desfazendo de posições desnecessariamente e por impulso. Mesmo o resultado dando certo, é algo que fugiu da estratégia inicialmente estipulada pelo investidor, o que ao meu ver é algo negativo.

    Abraço!

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    1. PR,

      Agradeço por suas ponderações! Concordo com você. Acho apenas que não podemos misturar o Buy and Hold com trades. Esse é o grande problema que as pessoas fazem.

      Abraços!

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    2. Para o investidor comum que não tem tempo para acompanhar o mercado o B&H tradicional é a melhor escolha.

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    3. Uó,

      Acredito que todos nós nos encaixamos nisso, rs. É o famoso B&H "passivo".

      Abraços!

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    4. Eu sou ativo, passividade é pra outras bandas, kkk

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  4. Acho que vai depender do objetivo de cada um, mas algumas condições influenciam: se você tiver um patrimônio considerável e puder dispor de uma parte para remunerar melhor seu capital correndo um risco maior, é mais fácil do que quem possui um patrimônio menor e tem que praticamente trabalhar com seu valor total para ter um bom efeito em valor absoluto.

    Quando a ABEV tem alguma queda já me chama atenção porque pode ser uma maneira de valorizar rápido e em caso de erro continua sendo uma boa empresa para ser ter em carteira. Mas isso é um exemplo, acho que as 3 formas são válidas, mas dependem do momento da carteira do investidor. E ainda assim, acho q uma colocação importante q inclusive o troll e recentemente o Guardião colocam é q se você conseguir aumentar seu aporte é muito mais proveitoso do que uma rentabilidade maior.

    vlw, abraços

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    1. Fala Anônimo,

      É exatamente isso! Para o pequeno investidor, é muito mais proveitoso dedicar-se a formas de aumentar seu aporte do que com precificação.

      Abraços!

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    2. Acho que não dependende do objetivo de cada um e sim dos conhecimentos e tempo para acompanhar mercado.

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    3. Uó,

      Acompanhar o mercado é inútil. Temos que acompanhar as nossas empresas!

      Abraços.

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    4. Quem não acompanha mercado está comprando Vale e contrução civil neste momento. Nada é inútil, toda informação é valiosa!

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    5. UB,

      Desculpe-me, mas quem acompanha apenas os balanços já percebeu que o tempo da Vale acabou e que a Eztec deu uma boa desacelerada.

      É só ver como o Mercado está batendo em ambas atualmente. Nem precisa acompanhar as notícias.

      Abraços!

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    6. Uó,

      Discordo de você, rs.

      Abraços!

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  5. Depende da estratégia de cada um.
    Eu acabei de realizar lucro no BBAS3, por não aceitar que o valor atual da ação esteja correto. Existe muita expectativa no papel, dai vem a pergunta, por que não exercer lucro, agora, que há muita especulação e pouco valor?

    Uta!

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    1. Estagiário,

      O problema é se o papel continuar subindo...

      Abraços!

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    2. Mas é ai que está IL,
      Vamos supor o meu caso por exemplo. Comprei BBAS3 a um PM de R$26,XX. Vi ele cair para R$18,XX, para mim uma pechincha que infelizmente não consegui comprar devido a outras prioridades. Porém, quando ele chegou a R$35,XX sem mudar absolutamente nada nos números... O que você acha?
      Temos que levar em conta uma coisa, quando as ações sobem por conta dos fundamentos, quando as ações sobre por conta da especulação. Se BBAS3 tivesse subido por conta dos fundamentos, então não venderia, mas ele subiu sem mudar absolutamente nada nos números, indicando que a alta foi de pura especulação.
      Quando temos um papel que altera seu valor devido a especulação, nós investidores não ganhamos nada em valor, logo, vender papéis para realizar lucro na verdade é vender pouco valor e muita especulação.
      "Ah, mas e se o papel continuar neste preço ou subir?"
      Então significa que os investidores estão pagando mais por um mesmo valor. Se você vendeu, significa que o valor atual está mais caro do que você acha que deve estar, significando que está correto você sair da ação, pois agora, ela está sobreavaliada pela sua análise.

      Uta!

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    3. Sou B&H tradicional. Mas fiz como o Estagiário, assim que as BBAS3 atingiram quase R$ 36,00, fiz a venda e lucrei bem. Se a ação disparasse, eu teria que aceitar. Aceitei o risco disso ocorrer na hora da venda. Se cair, comprarei mais.

      Só me arrependo de não ter feito o mesmo com as PETR4 dos PTralhas e ter me livrado antes das notícias sobre a delação premiada do PRC...

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    4. Eu fiz minha ultima venda em BBAS no dia 08/04 quando ela atingiu 25,25 por ter pensando que naquele momento esta seria uma boa oportunidade de "realizar" lucro. 4 meses depois ela quase atingiu 40 reais. Não vendi mais após isto porque minha estratégia não permite duas vendas seguidas. Uma venda só pode ocorrer após uma compra. Então agora estou de olho em uma compra. Se ela voltará a 18 ou 20 ninguém sabe. Aí vem a pergunta: Minha venda em 25,25 foi acertada? Definitivamente não. Seria acertada em 38,38? Com certeza sim, mas tirar conclusões após eventos passados é muito fácil.
      Conclusão: cada vez mais me convenço que o B&H ativo é sim interessante porém os "targets" devem ser colocados não só em função de valores percentuais como também em função de conjunturas econômicas, isto é, uma valorização de 40% em um ano sem rali eleitoral é muito diferente de uma valorização como a verificada recentemente. Em outras palavras, saber distinguir valorizações reais de valorizações espculativas é fundamental, na medida que a primeira não dispara uma venda e a segunda sim. "Só que não", nunca saberemos ao certo o que está por trás de valorizações de mercado, então no final tudo acaba sendo um grande jogo.

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    5. Estagiário,

      Nada de errado em fazer isso, contudo, sua estratégia definitivamente não é Buy and Hold. Eu mesmo, caso o pior aconteça, pretendo comprar BBAS3 e PETR3 para tradar pois tenho quase certeza que ambas vão despencar.

      Mas isso será totalmente independente da minha carteira B&H, vou estipular um alvo de lucro e quando o mesmo for atingido, adiós para ambas. Como falei antes, o problema é realizar lucro em empresa boa e fazer B&H em empresa ruim.

      Abraços!

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    6. Magnata,

      Você não é B&H tradicional não. O verdadeiro B&H sabe que só devemos vender as nossas ações caso os fundamentos das empresas piorem, em português claro, caso as empresas fiquem ruim.

      O seu caso é o mesmo do Estagiário. Nada de errado em fazer isso. O problema é confundir B&H com trades.

      Abraços!

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    7. Uó,

      Você se expressou muito bem! É exatamente isso. Como saber o que é especulativo e o que é "realístico"? Todos nós sabemos que o Mercado é totalmente irracional.

      É por isso que, para o pequeno investidor, ainda acho que o método de compras mensais é a melhor opção. Compra-se no topo, no meio, no fundo, e você terá um PM na média!

      Precificação é algo extremamente complexo e para beneficiar-se dela você precisa de MUITO dinheiro. Que diferença vai fazer comprar Ambev a R$ 15,00, R$ 16,00 ou R$ 17,00 daqui a 30 anos, por exemplo?

      Abraços.

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    8. É ai que você se engana IL,
      É B&H porque na hora que o preço de BBAS3 voltar ao valor estipulado por mim, eu voltarei a comprar, porque ela é uma boa empresa e está na minha lista de empresas para B&H, a questão é, B&H ativo consegue mais lucros que o B&H passivo? Na minha opinião, na grande maioria sim, pois assim como temos mais riscos na venda e compra dos ativos, nosso retorno é melhor. Como sei disso? Não sei, apenas estou especulando sobre o tema.
      Agora, fazer B&H ativo ou passivo, depende exclusivamente da postura do investidor.

      Uta!

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    9. Estagiário,

      O que realmente importa é você estar confortável com a sua estratégia.

      Abraços!

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    10. "tenho quase certeza que ambas vão despencar."
      ???

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    11. UB,

      Caso a presidanta seja reeleita, você não acha que BBAS3 e PETR3 vão despencar? Tipo, BB a 10 reais e Petrobras a 5? Eu acho!

      Abraços!

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    12. Se PETR4 fora cincão voce compra IL?

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    13. Anônimo,

      Não posso prometer nada! O que posso dizer é que BBAS3 e PETR3 não entram na minha carteira de B&H.

      Abraços!

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  6. Eu invisto em ações para fazer swing trade. Ou seja, realizo lucro direto.
    A última foi o banco do brasil. Levei 1.200,00. Estou aguardando para comprar de novo quando cair.
    Já fiz swing trade com a CRUZ3 que levei 39,00. Demorou 4 meses para dar essa merreca. Desisti, vendi e comprei outra.
    Dinheiro parado, deixo na renda fixa.

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    1. Tem um erro conceitual aqui, fazer swing trade não é investir, é especular.

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    2. Anônimo,

      Penso da mesma forma que o Uó.

      Abraços!

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  7. Estive refletindo e pensei também numa questão psicológica de fazer essas vendas. Não que seja errado fazer trader, mas acho que é difícil separar o trader do acúmulo de patrimônio. Se você possui posição na mesma empresa nas duas modalidades isso pode acabar confundido depois o que realmente espera de cada uma delas. Talvez uma boa maneira de definir na sua carteira o que é cada posição é trabalhar com ações para cada modalidade.

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    1. Verdade Anon, senão você começa a enganar você mesmo. Trade vira B&H e B&H vira trade, no final das contas vc não tá fazendo nem um nem outro.

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    2. Anônimo,

      O ideal é separar sua carteira B&H de seu capital para trades. O grande problema é misturar tudo como 99% das pessoas fazem.

      Abraços.

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    3. UB,

      Sim, é por aí mesmo.

      Abraços.

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  8. O grande problema é que as pessoas ainda não possuem critérios claros para sair de um papel. Então acabam vendendo no impulso mesmo, confundindo preço com valor. Uma das coisas que mais dão errado realmente é a mistura de estratégias de trade com estratégias de buy and hold. Toda essa confusão existe pois realizar lucro é uma das coisas mais difíceis que existem. É mais difícil até que assumir um prejuízo.

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    1. Geralmente as pessoas entram em uma operação com um critério definido de saída, mas no andar da carruagem vão mudando de postura, o emocional costuma falar mais alto sempre.

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    2. É verdade, Troll. Você tocou num ponto interessante, realizar lucros pode ser tão ou mais difícil do que realizar prejuízos.
      A estratégia para mim é a mesma: não se importar tanto com o que acontecer depois.
      Vendeu BBAS, PETR, tesouro direto com um bom lucro? Maior do que o CDI? Está mais perto dos seus objetivos financeiros, então está tudo certo. Se tem uma coisa que tendo me disciplinar é não ficar "pirando" se o papel subiu mais depois que eu vendi, faço isso com imóveis também. É a mesma coisa que a pessoa que compra uma passagem aérea para Ásia por U$ 2.500,00 e depois descobre que apenas uma semana depois da compra veio uma promoção com preços a U$ 1.200,00. E daí? Eu nunca volto a olhar preço de coisas que compro para saber se estão mais baratas ou não, por exemplo.
      Portanto, a primeira coisa é parar de se torturar se o papel subir mais, assim como não se "gabar" tanto se o papel despencar logo depois da venda.
      Objetivos, devemos focar nos objetivos financeiros tanto de curto, médio e longo prazo.

      Abraço!

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    3. Troll,

      É bastante complicado mesmo. Ainda acho que devemos sair das empresas apenas quando elas ficarem ruins! Tenho minhas dúvidas se devemos vender, por exemplo, em momentos de euforia.

      Vendo e faço o que com o dinheiro? Coloco na renda fixa? Que bela estratégia, em?

      Abraços.

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    4. Uorrem,

      É por isso que devemos separar razão de emoção. Na Bolsa, então, mais ainda. E um bom caminho para isso é esquecer das cotações, senão, compra topo e vende fundo.

      Abraços!

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    5. Soulsurfer,

      Concordo, porém, é o que o Troll falou, definir um ponto de saída é bem complicado. Nesse ponto acho que o Bastter tem razão. Patrimônio não gira-se, patrimônio acumula-se.

      Mais patrimônio significa mais renda que significa mais tranquilidade financeira. E a tendência, como todos nós sabemos, é acabar a mamata da renda fixa aqui no Brasil e nos tornarmos bem mais parecidos com os países desenvolvidos.

      Um dia isso vai acontecer.

      Abraços.

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    6. Pois IL, mas não basta estabelecer que vai sair quando a empresa ficar. Tem que quantificar essa coisa que se chama de "empresa ruim". O que é uma empresa ruim? Margem ou Ebit abaixo de certo patamar? Prejuízo operacional por mais de um período? Incertezas quanto a eficácia de aquisições? Perda de market share?

      São perguntas que já devem estar respondidas enquanto a empresa é lucrativa e com dados reais, não apenas especulações e notícias. Se deixar para decidir vender depois que todo mundo sabe que a empresa ficou ruim, vai vender pó...

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    7. Troll,

      Acho que temos que ficar sempre de olho nos lucros... Mas tem que ter bom senso! O fato é que o sócio só ganha com os lucros, logo, acredito que ele seja o indicador a ser balizado.

      O que pode acontecer também é a empresa passar por um período ruim e recuperar-se depois. Aconteceu com a própria Ambev! Quem saiu ali no começo da década precipitou-se e perdeu uma bela valorização...

      É muito complicado mesmo.

      Abraços!

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  9. Concordo com o anônimo aí de cima: que post fraco!
    Sugestões: operando mercados futuros, arbitragem, etc..

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    1. Ele não fez um post técnico, apenas abriu um debate, qual sua oponião sobre o tema? Como você usa seu dim dim?

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    2. Anônimo 2,

      Eu não sou um expert em finanças. Sou um iniciante e estou tentando aprender a cada dia.

      Abraços.

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    3. UB,

      Sim, vamos aguardar as outras sugestões dele.

      Abraços!

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    4. Desculpe-me pelo infeliz comentário anterior que nada agregou.

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    5. Anônimo,

      Não precisa pedir desculpas. Estou falando numa boa. Acredito que todos nós aqui somos aprendizes. Se o tema não agrada-te, fique a vontade para não participar.

      Abraços!

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  10. Não gosto desse negócio de rotular a estratégia das pessoas, ainda mais com conceitos inventados como "Trade de Valor", "Buy & Hold ativo" e "Buy & Hold tradicional".
    Quero saber onde exatamente está escrito que Buy & Hold só se vende se a empresa piorar os fundamentos. Antes de ficar afirmando e reafirmando, a pessoa tem que ver exatamente a origem do conceito de Buy & Hold.
    Que eu saiba, Buy & Hold não tem nada a ver com o que propagam por aí que o investidor não vê o preço e não vende. Se olha preço é trader, se não olha é holder. Eu nunca vi esta definição.
    Buy & Hold está ligado ao conceito de comprar ações com a intenção de mantê-las por um longo prazo. Não há nenhum radicalismo de que não se pode vender. Daí podem surgir variações do Buy & Hold com seus pontos de saída, assim como existem variações de trade. Eu pessoalmente atribuo quatro formas de sair de uma ação:
    1- Quando os preços sobem a patamares incompreensíveis.
    2- Quando surgir uma oportunidade que eu acredito ser melhor.
    3- Quando os fundamentos piorarem.
    4- Quando eu precisar de dinheiro.

    Dentro de meu histórico, já precisei vender ações pelos motivos 2 e 3. Neste mês vendi algumas ações pelo motivo 2 e pretendo liquidar em breve uma de minhas participações para investir em uma nova empresa. Mesmo assim, na minha percepção, esta que eu vendi não está com os fundamentos ruins. Ou seja, vendi uma ação com fundamentos bons para comprar outra ação com fundamentos que considero serem melhores. Só porque vendi uma empresa boa faço parte do termo inventado "Trade de valor". Em qual literatura séria está escrito isso? Em qual literatura está escrito o funcionamento do “trade de valor”? Ou isso é pura invenção?

    Faço Buy & Hold, pois quando compro uma ação tenho a intenção de mantê-la por décadas. Como não sou um Warren Buffett, não tenho conceitos aprofundados sobre avaliação de ações, o que acarreta em escolhas que acabam se revelando não tão interessantes. Por isso não recomendo casamento com ações. O pequeno investidor precisa reavaliar suas posições e caso não se sinta mais confortável ou ache uma oportunidade melhor, ele deve vender suas ações. E há a turma que compra a ação e vende depois de uma predeterminada valorização. Eu não gosto desta estratégia pois posso perder uma multiplicadora, mas isso não quer dizer que seja uma estratégia ruim. Luiz Barsi filho fez fortuna com compras e vendas, além de ter sua posição no longo prazo no Banco do Brasil. A estratégia é válida e ficar batendo na tecla repetidas vezes de que a o investidor não faz Buy & Hold só porque olhou para o P/L da empresa mostra profundo desconhecimento do assunto. Não sei por que o tamanho preconceito com quem vende uma ação depois de uma valorização.

    E é por isso que alguns anônimos dizem que este assunto já deu o que tinha que dar. O que era para ser algo simples, tornou-se uma discussão sobre um termo chamado “trade de valor”, que é algo inventado, é totalmente errado e sem qualquer base literária.
    Abraços

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    1. ADP,

      Eu "rotulei" só de brincadeira! A definição você pode ler abaixo:

      http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2012/07/10/buy-and-hold-conheca-a-estrategia-que-enriqueceu-warren-buffett.jhtm

      A questão do preço já foi debatida milhares de vezes e resume-se no seguinte. Para beneficiar-se de precificação é necessário investir bilhões, como Buffett.

      Logo, para o pequeno investidor, precificação é praticamente inútil. Em resumo, é isso! Dos quatro motivos que você colocou aí, para mim, apenas o 2 e o 3 são aceitáveis.

      O primeiro é extremamente complicado de se apurar. O que são preços a patamares incompreensíveis? E se continuar subindo? Ambev era cara a 80 e agora é barata a 20, depois do split?

      É por isso que quase toda discussão sobre preços não faz sentido. Para um horizonte de 30 anos, será que vai mudar tanto assim comprar alguma ações mais "caras"? Não esqueça-se que comprando mensalmente você vai comprar no topo e no fundo.

      Concordo com você ADP. Eu vendi empresas boas para alocar meu capital em outras que eu julguei melhores. Você está absolutamente correto nesse aspecto.

      Trade de valor não tem a ver com isso. Tem a ver com comprar uma ação a 10 e vender a 20 por exemplo. Só não pode reclamar depois se ela subir até 100 e ficar na esperança que ela volte para 10 um dia.

      Eu acredito no B&H pois já foi comprovado que ele é imbatível no longo prazo. Jeremy Siegel mostrou isso em seu livro! Mostre-me um investimento que rendeu 2000% em 10 anos, como a CRUZ3, e eu liquido a minha carteira de ações imediatamente!

      Ninguém tem preconceito com quem vende. O X da questão é que não pode misturar B&H com trades. E 99% das pessoas fazem isso. Eu mesmo pretendo, futuramente, me arriscar em trades. Mas totalmente separado da minha carteira de ações.

      Abraços!

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    2. Posso até entender você não achar aceitável o motivo 1, mas por qual motivo você não venderia suas ações caso precisasse de dinheiro? Por mais que se tenha um colchão de segurança, pode acontecer de surgirem imprevistos que o ultrapassam, como por exemplo, o tratamento de uma grave doença.

      Não querendo esticar a conversa, pois há diversos pontos que poderia abordar sobre o que você escreveu mas vou deixar para lá, você realmente leu o livro de Jeremy Siegel, ou apenas está repetindo o que o Bastter disse? Você o tem em mãos?

      Abraços

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    3. Trade de Valor é uma das maiores baboseiras inventadas.
      Mas o que seria "patamares incompreensíveis."? Pra alguns BBAS em 30 estava nestes patamares, para outros estava em 40 e perderam a venda.
      "Quando surgir uma oportunidade que eu acredito ser melhor." Isto é tão perigoso, nunca saberemos se realmente é melhor.
      "Quando os fundamentos piorarem." Se piorou com certeza o papel já caiu uns 80%, vale a pena mesmo vender ou deixar em stand-by?
      "Como não sou um Warren Buffett, não tenho conceitos aprofundados sobre avaliação de ações" Acho que nem ele tem, ele pode saber avaliar empresas, mas avaliar "caro e barato" nem Deus sabe.

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    4. UB, não é uma baboseira, quer dizer é uma baboseira, mas serve para um objetivo: propagandear um "método".
      A partir do momento que se diz que tem que se tornar sócio de "boas" empresas e não se preocupar com mais nada, principalmente com preço, isso quer dizer que qualquer coisa não relacionada a esta estratégia tem que vir com um rótulo, um rótulo que de preferência associe a alguma forma de "especulação". Assim, há escolher boas empresas sem olhar o preço, e há olhar o preço e fazer trade.
      Porém, como colocar nessa linha de raciocínio toda literatura sobre valuation, grandes investidores, evidências históricas de retorno à média? Fácil, se cunha um termo chamado "trade" e associa-se uma qualidade "valor". Pronto.
      Não se nega a existência da imensa literatura, de bons gestores e investidores, de teorias sobre valuation, mas se associa todo o conhecimento a uma forma de especulação com o termo trade. Isso reconforta as pessoas e faz com que o método tenha algum sentido. Logo, se questões mais técnicas são colocadas é fácil, "ah, você está falando de "trade de valor", você está falando de outra coisa".

      É apenas propaganda, como quase tudo nessa sociedade contemporânea.

      Abraço!

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    5. "Isto é tão perigoso, nunca saberemos se realmente é melhor."
      Sim Uó, mas qual de suas operações você sabe se realmente é melhor? O correto então é praticar o Buy & Forget?

      "Se piorou com certeza o papel já caiu uns 80%, vale a pena mesmo vender ou deixar em stand-by?"
      Este termo "com certeza" tem que ser utilizado com extremo cuidado. Eu não tenho certeza de nada, nem que cairá 80%. E acredito que você também não tenha. Antes de afirmar que cairá 80%, temos que definir o que é "os fundamentos piorarem". E mesmo se cair, vendo sim, pois faz parte de meus critérios. Não deixo em stand by. Não há estratégia 100% eficaz e o investidor tem que aprender a assumir perdas.

      Nem entrarei no mérito dos conhecimentos de Buffett por acreditar que está saindo do foco da postagem. Só sei que ele está em um nível bem acima de nós. Você tem todo o direito de achar que ele não sabe definir se uma empresa é cara ou barata, apesar de ele recorrentemente termos como "valor intrínseco" e ter aprendido muito sobre ações desde a idade em que deveria estar brincando de carrinho.

      Abraços

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    6. ADP,

      Pelo simples motivo de que eu posso correr o risco de ter que vende-las em um mercado em baixa. E aí? Arco com o prejuízo? O colchão de segurança tem que servir para esses momentos...

      Ainda não li o livro dele não. Mas já li algumas resenhas sobre o mesmo e pretendo ler assim que possível.

      Abraços.

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    7. UB,

      É exatamente isso. Como definir o que é barato e o que é caro? Mercado financeiro não é matemática e nem ciência exata como muitos pensam.

      Abraços!

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    8. Soulsurfer,

      Mostre-me um método que seja melhor que o do Bastter para o PEQUENO INVESTIDOR, veja bem, PEQUENO INVESTIDOR, que eu mudo minha estratégia.

      Estamos falando de pessoas "comuns" que podem aportar 4 ou 5 dígitos por mês e não bilhões de uma vez, onde, aí sim, preço é importante.

      Abraços!

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    9. ADP,

      Também acho. Cada um tem que ver qual é a melhor estratégia. Para mim, o método Bastter, ou método INI, enfim, que consiste em fazer aportes mensais nas ações da minha carteira é o que se encaixa melhor para mim.

      Daqui há dez anos já dá para ter uma noção se eu estou no caminho certo.

      Abraços!

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    10. Você não leu o livro de Siegel e foi o que pensei.
      Espero que você não leve para o lado pessoal. Minha maior preocupação é que você está repetindo categoricamente quase tudo o que o Bastter afirma, sem nem ao menos pesquisar ou questionar. Nem investidores veteranos, com anos de carteira, tem tanta convicção quanto você. Você afirmou uma coisa sobre o livro de Jeremy Siegel sem nem o menos ter lido sobre o assunto.
      Nada contra você em querer seguir os conselhos de Bastter. O problema é repetir algo sem nem ao menos ter qualquer embasamento literário. Além de não ter embasamento, assume a postura como se soubesse realmente o caminho chave da bolsa, pois afirma que “precificação é praticamente inútil” e “B&H é imbatível no longo prazo” só porque um cara fez um vídeo sobre isso na internet.
      Respeito o lado educacional do Bastter de querer afastar os investidores do caminho dos micos. Este trabalho é fenomenal. Mas fico entristecido com seus ataques ao preço da ação, cálculo de rentabilidade, dentre outros fatores, sempre justificados com uma teoria da conspiração sem qualquer base. Uma coisa é dizer “Na minha forma de investimento, precificação é inútil”. Outra coisa completamente diferente é dizer “precificação é inútil”. O primeiro afirma que não utiliza precificação por questão de escolha. O segundo afirma que precificação é inútil para qualquer investidor. O Bastter emana os dizeres do segundo grupo, o que acaba destruindo um extenso arcabouço de estudos sobre o tema. Não contente em destruir este arcabouço, ele coloca a cereja no bolo classificando-os como “parte da manada”.
      Além disso, para quem está disposto a correr atrás das informações, percebe que o Bastter apresenta muitas incoerências.
      Por exemplo, o livro do Jeremy Siegel, que ele citou, mostra que, no longo prazo, empresas de baixo P/L tiveram rentabilidades maiores que empresas de alto P/L. E fez um estudo também com DY, onde empresas de alto DY tiveram rentabilidades maiores que empresas de baixo DY. Há muitos outros estudos, inclusive com o inventado “trade de valor” (que obviamente Siegel não utiliza este termo), como por exemplo comprando/vendendo ações através das médias móveis de longo prazo, com resultados interessantes. Só que estes fatores o Bastter não menciona de forma nenhuma. Se a intenção é educar, qual o motivo dele ocultar estas informações? Se ele fala que P/L e DY são inúteis, por que ele cita este livro?
      Tem muitas outras incoerências, mas deixarei para lá.
      O que eu quero passar é que não devemos fechar os olhos apenas para uma fonte de informação. E claro, devemos avaliar a credibilidade da fonte de informação. Devemos ter o senso crítico e não apenas repetir um dado adotando a postura como se fosse a verdade absoluta. Há muito material para ser lido. O investidor não pode adotar a postura de que sabe qual o caminho da bolsa, como você afirmou em “Mostre-me um método que seja melhor que o do Bastter para o PEQUENO INVESTIDOR, veja bem, PEQUENO INVESTIDOR, que eu mudo minha estratégia.” Ou seja, ao fazer esta afirmação de que o “método Bastter” (se é que isso existe, pois o que percebo é uma abordagem evasiva e sem detalhe algum) é o melhor método entre todos para o pequeno investidor, eu concluo que você previamente deve ter estudado todos os métodos possíveis. Se você não fez isso, só tenho a recomendar que você reflita um pouco sobre sua postura e tenha cuidado com as afirmações.

      Abraços

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    11. Fala ADP,

      Muito antes de eu conhecer o "trabalho" do Bastter, eu já pensava quase igual à ele. E veja que eu não concordo com tudo o que ele diz.

      Eu calculo rentabilidade mesmo com ele dizendo que isso é coisa de manada. E daí? Eu acho interessante saber o quanto minha carteira está rendendo, senão, seria mais fácil investir no CDI!

      E, desculpe-me mas não é preciso ser um gênio das finanças como Damoradan para saber que o Buy and Hold é sim imbatível no longo prazo.

      A questão da precificação ainda pode ser discutida, mas a do B&H definitivamente não! Inúmeros estudos mostram isso. Até o Dimarcinho deu o braço a torcer, rs.

      Em resumo, seu alerta é importante, e eu estou preocupado em estudar e aprender cada vez mais. Inclusive eu aprendo muito com você!

      Mas, como disse antes, para o investidor que faz pequenas compras mensais, EU, Investidor Livre, ainda acho que o preço seja irrelevante.

      Apenas por curiosidade, o que você julgaria como uma estrategia ideal para o pequeno investidor? Na parte das compras mensais estamos de acordo, certo?

      A sua estrategia, seria, então, comprar apenas quando o ativo estivesse no preço estipulado por você? E se ele nunca chegar nesse preço? Você não entra e fica de fora? O que é barato e caro? KROT3 a 60 reais tava caro e agora a 15 está barato?

      Esse conceito de barato e caro é altamente complexo. Se você consegue dominá-lo eu vou te dar os parabéns. Porque é justamente pelo fato do Mercado ser irracional que para mim é impossível determinar essas coisas com exatidão. O que está barato pode ficar mais barato e o que está caro pode ficar mais caro!

      Infelizmente ou felizmente, eu concordo com 90% da "Filosofia Bastter" e é justamente por isso que sou tão repetitivo em alguns aspectos. O fato é que o tempo é o senhor da razão, correto? Vamos ver o que vai acontecer...

      Abraços!

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    12. Eu não posso afirmar que o Buy & Hold é ideal para o pequeno investidor pois ele é apenas um método baseado em comprar ações na intenção de mantê-las no longo prazo. Entretanto, há inúmeros critérios a serem considerados. Se fosse apenas uma questão de escolher o Buy & Hold para se ter sucesso, seria muito simples investir. Mas há questões como critérios de seleção de ativos, controle de risco, controle emocional, momentos de saída, supervisão do investimento, indicadores, controle de custos e uma série de fatores que interferem no investimento de uma pessoa. Por isso não posso afirmar que o Buy & Hold é imbatível pois ele é apenas um conceito. Investir está muito além disso.

      "A sua estratégia, seria, então, comprar apenas quando o ativo estivesse no preço estipulado por você? E se ele nunca chegar nesse preço? Você não entra e fica de fora? O que é barato e caro? KROT3 a 60 reais tava caro e agora a 15 está barato?"
      Minha estratégia não é baseada nisso. Eu trabalho com uma faixa grande de preço. Concordo que, hoje para a MDIA3, dentro de minha filosofia e dentro do meu estudo, tanto faz pagar 80, 90 ou 100 reais, pois acredito que no longo prazo estas compras pouco interferirão. Mas, baseado na atual lucratividade da empresa, margens, crescimento dos lucros, endividamento, quantidade de ações que representam o atual capital social da empresa e na comparação com as empresas inseridas no mesmo setor, se MDIA3 custasse hoje 200 reais, eu não compraria. A margem de segurança estaria baixa e haveria outras empresas mais atraentes para mim. Isso não quer dizer que vou vendê-la nos 200 reais. Estou dizendo que HOJE não pagaria 200 reais em cada ação caso ela estivesse sendo negociada neste patamar. Entretanto, como estamos falando de empresas dinâmicas, que hoje lucram X e amanhã podem lucrar 2X, 3X ou até mais, conforme a empresa for crescendo, meu range cresce na mesma proporção. Não vejo por que você enxerga tamanha complexidade em atribuir, mesmo que seja mínimo, uma faixa razoável de preços. Não concordo com a ideia de que, por exemplo, considerando a situação financeira e a quantidade de ações que compõem o Banco do Brasil na data de hoje, tanto faz pagar 3, 30, 300 ou 3.000 reais por ação. Isso não faz sentido e nunca li isso em nenhuma literatura séria. Só vejo pessoas dispostas a pagar qualquer preço por uma ação em momentos de bolha.

      Abraços

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    13. ADP,

      Só para encerrar, chegamos a conclusão, então, que preço importa para você e não importa para mim. Acho que é isso né?

      Abraços!

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    14. Se eu for colocar minha opinião aqui, vai soar algo bem repetitivo. Infelizmente, não se pode concordar com o Bastter na Blogosfera, pois logo se é taxado de "papagaio". Mas quero apenas registrar que é injusto dizer que o Bastter condena trades e precificação de ativos. Ele não faz isso de maneira alguma. Ele apenas diz, e com toda razão, que não há nenhuma garantia de que traders ou investidores que utilizam técnicas de precificação conseguirão retornos maiores do que aqueles que apenas compram ações mensalmente independente do preço. E há simulações que mostram que isso.

      Repetindo: o Bastter não condena traders e nem técnicas de precificação. Ele apenas deixa claro que isso é uma forma de investimento que requer um alto grau de especialização e não se aprende com apenas um único livrinho (ou meio, no caso do Dimarcinho... rs)

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    15. Troll,

      Pois é! É proibido concordar com o Bastter na blogosfera financeira, senão, você é um puxa saco dele que não manja nada de investimentos.

      Você explicou bem e é aquilo que eu também já havia falado anteriormente. Só faltou acrescentar que, se a pessoa entende tanto de precificação, deveria abandonar o B&H e viver apenas de trades.

      Abraços!

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    16. Tudo que o Bastter fala faz sentido para o investidor comum, para nós que já estamos um degrau acima deste nível podemos então ir um pouquinho além. Um exemplo de frase Bastter: "colchão de segurança tem que ser deixado na poupança". Jóia, frase simples e certeira, se minha irmã mais nova vier me perguntar onde ela deverá deixar o seu colchão de segurança eu falarei a mesma coisa. Ela é investidora comum. Agora, o meu colchão de segurança fica apenas 1/3 na poupança, os outros 2/3 eu rentabilizo de outras formas. Este foi só um exemplo. A fala do cara é coerente, e ele não poderia falar diferente pois o que diz vai dar certo para a grande maioria dos leitores do blog dele. Mas investidores em um nível intermediário digamos poderão otimizar seus ganhos. Será que fui claro?

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    17. Uó,

      Sim, foi. Só que o colchão de emergência, independente do que o Bastter acha, tem que ser na poupança, porque ela oferece segurança e liquidez imediata. Precisou é só sacar.

      Abraços!

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    18. Uorrem,
      Na minha opinião não existe isso de "investidor comum" e "investidor incomum". E mesmo se existisse, isso não justifica a criação de termos e a distorção de conceitos.

      Troll,
      É claro que não condena trades. Ele faz parceria com as corretoras, inclusive até com a Empiricus e o relatório "O fim do Brasil". Ele não vai dar um tiro no próprio pé.
      E mesmo se condenasse trades e precificação, esse seria o menor dos males. Além disso, é importante destacar que na extensa conversa entre eu e o IL, foi falado muito mais do que isso.
      Sobre a questão de "papagaio", qualquer um que tem 2 meses de blogosfera e que já viu uns 3 vídeos do Bastter sabe muito bem identificar quando uma pessoa está repetindo as falas do Bastter. O que fiz não foi uma mera acusação. Eu constatei e argumentei a partir dos dizeres do IL como pode ser visto a partir do comentário 22 de setembro de 2014 19:29. E pelo que sei, o propósito da postagem foi conversar sobre o tema:

      "Recentemente o Bastter publicou um novo vídeo sobre esse tema que é um tanto quanto controverso. Quero aproveitar a brecha e abrir aqui um debate democrático sobre esse assunto e saber a visão de cada um sobre o mesmo. O que você pensa sobre isso?
      Os argumentos estão no jogo e chegou a hora de debater, com respeito e educação, por favor!"

      Você tem todo o direito de querer defender o Bastter com unhas e dentes por admirá-lo. Mas isso não dá o direito dele ser incriticável. Não é uma mera questão de "concordar com Bastter para ser chamado de papagaio". Eu amigavelmente conversei com o IL e sugeri que ele está convicto demais, alertando para que ele também busque outras fontes e não se baseie em coisas que ainda não leu. Está muito bem explicado nos comentários. É inadequado reduzir nossa conversa em simples questões de acusação de ser "papagaio" ou não ou questão de condenar ou não trades e precificação. O próprio autor da postagem teve a intenção de conversar o tema. Conversar sobre o tema não é concordar.

      Sou um grande defensor de investimento em empresas boas e ataco ferozmente o investimento em micos, da mesma forma que o Bastter. Isso eu admiro nele, que vem há muitíssimo mais tempo que eu fazendo este excelente trabalho. Mas é errado endeusá-lo por causa disso. Quando saímos deste ponto de empresas boas e micos, é possível encontrar muitas incoerências, contra exemplos, desestímulos indiretos aos investidores procurarem informações além do site dele, subestimação da capacidade intelectual dos participantes do site, dizer que precificação é complicada mas na outra ponta querer ensinar opções, criação e disseminação de conceitos errados. Não é raro encontrar no site dele pessoas que estão perto da arrogância, pensando que sabem tudo sobre a bolsa (se intitula holder, mas nunca leu nada sobre o assunto e mal sabe o básico de contabilidade), acusando pertencer à manada qualquer pessoa que tenha uma linha de pensamento diferente do Bastter. É perigoso para um "investidor comum" (se é que isso existe) se fechar para apenas uma fonte de informação.

      Abraços

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    19. Se vc é um investidor comum então deixe tudo lá, rs.

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    20. ADP,

      Cada um segue a estratégia que acha melhor. Estou disposto a estudar e aprender cada vez mais. Contudo, até o momento, o "método Bastter" parece ser, para mim, a melhor opção.

      Abraços!

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    21. Claro que existe investidor comum gente, é aquele que só ouviu falar o que é ações, só ouviu falar o que são FIIs, nós estamos em um nível acima, oras...

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    22. Uó,

      Comum ou incomum o fato é que devemos estudar sempre.

      Abraços.

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    23. Olá caro ADP,

      Eu sei que diversos temas foram abordados na sua conversa com o IL, mas eu posso destacar algo que me interessa para traçar maiores pormenores. Isso não significa de forma alguma que estou desmerecendo o que foi falado anteriormente ou reduzindo seus pontos de vista.

      Eu não creditei a expressão pejorativa "papagaio" à você, Adp. Se você teve essa impressão, peço-lhe desculpas. Há, sim, blogueiros que se utilizam desse termo, mas prefiro não citar nomes, até porque são colegas que gosto e admiro, apesar de não achar essa expressão adequada.

      É óbvio que o Bastter não é inatingível. Porém, temos que ser justos em nossas críticas. Se você reparar, muita gente o critica de forma infundada, sem levar em consideração as peculiaridades do nicho onde ele trabalha. O Bastter trabalha com investidores amadores, essencialmente àqueles que não fazem a menor ideia de como começar a investir na bolsa. Esse fato tem muitas implicações, conforme veremos abaixo.

      "...desestímulos indiretos aos investidores procurarem informações além do site dele..."

      Apesar do site ter muita informação gratuita, o Bastter não faz trabalho social. Ele passa muito tempo se dedicando ao site, responde dezenas de perguntas diariamente, grava vídeos, etc. É um tempo que deve ser remunerado. Se todo mundo der os primeiros passos no site e depois procurar outras fontes de informação, como o negócio dele vai se sustentar? E convém salientar que ao procurar essas outras fontes de informação o investidor deixará de ser amador e tenderá a se tornar um semiprofissional. Será que todos devem se profissionalizar para investir em renda variável? Temos 80% de profissionais pessoas físicas nos USA? Eu penso que não.

      "...subestimação da capacidade intelectual dos participantes do site..."

      Eu não vejo nenhuma subestimação no site. O que já presenciei é o Bastter impedir discussões mais técnicas. Isso pode parecer arrogância (ou desestímulo, como você disse), mas no fundo é apenas questão de manter o foco do site. O foco é o investidor iniciante. Discussões técnicas possuem um espaço restrito realmente. O site não é uma democracia.

      "...dizer que precificação é complicada mas na outra ponta querer ensinar opções..."

      Concordo plenamente aqui. Ter ganhos regulares com opções é tremendamente difícil. O próprio setup do site só funciona com opções de PETR4 e VALE5 e, mesmo assim, ele gera pouquíssimas operações. E se alguém reclamar, leva delete mesmo. Se o foco é investidores iniciantes, lá não deveria se falar em opções.

      "...criação e disseminação de conceitos errados..."

      Aqui você foi bastante vago. Não sei bem de que conceitos errados você fala. É sobre preço não importar? Bom, se alguém compra mensalmente uma ação por vários anos, seja na alta ou na baixa, o preço médio irá se diluir. É uma questão de aritmética. Agora se é para comprar na baixa e vender na alta, então começamos a falar de precificação e hidden gems e isso foge do foco do site.

      "Não é raro encontrar no site dele pessoas que estão perto da arrogância, pensando que sabem tudo sobre a bolsa..."

      Concordo plenamente aqui. Sim, infelizmente, alguns usuários do site acham que sabem tudo de tudo. Há sim uma certa aura de fanatismo no site. Por outro lado, há também muita gente boa, especialmente nos comentários abaixo do quadro resumo das empresas. É dever individual de cada um separar os bons dos maus.

      Veja, não concordamos em tudo, mas é apenas uma questão sobre a forma como se encara o site. Eu o encaro como porta de entrada para iniciantes e, sob esse prisma, eu o acho um dos melhores canais que temos na internet. Porém, ambos concordamos que não se deve ter uma única fonte de informação.

      É isso aí, ADP! Desculpe se lhe ofendi em alguma passagem. Um abraço!

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    24. El Rei mandou o seu recado!

      Abraços.

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  11. Apesar de alguns acharem o tema repetido se olhar com calma essa é a questão que mais influencia os blogueiros de finanças - qual atitude tomar com a carteira no cenário econômico brasileiro - e por isso gera tanta discussão.

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    1. Anônimo,

      Acredito que o ideal seja comprar um pouco sempre. De grão em grão a galinha enche o papo.

      Abraços!

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  12. Oi IL.

    O tema é bem polêmico como é possível ver.

    Acho interessante notar como se comporta a rentabilidade.

    Eu não me arrependo de ter vendido BBAS e aguardo nova janela de entrada para novo movimento.

    Pelo sistema de cotas do AdP tenho alcançado um rendimento que me deixa bem satisfeito. Então, aliar o conforto da estratégia à análise do desempenho, me parece mais interessante que simplesmente debatermos por achismos.

    Abraços!

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    1. Guardião,

      Concordo! Como já falei antes, se você está satisfeito, é o que importa.

      Abraços!

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    2. Querer recuperar violino no mesmo papel é uma armadilha da sua mente, nobre Guardião.

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    3. Troll,

      Recuperar violino seria recuperar o prejuízo? Essa expressão é nova para mim, rs.

      Abraços!

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    4. 'Eu não me arrependo de ter vendido BBAS'
      by guardiao 'camisa nova'

      HUAHUAHUAHUAHUAHUA

      eh a melhor do ano...

      entregou na primeira altinha e depois fez post q tava 'desiludido'

      o cara entrou ateh em depressao por causa disso...conta outra, mas tb obcecado em hb dah nisso ai...

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    5. Anônimo,

      Cada um sabe (ou deveria saber) o que está fazendo.

      Abraços.

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    6. IL, a expressão violino se refere a situação onde mercado vai contra a tendência aguardada pelo investidor, acionando seu stop, para logo em seguida reverter e seguir o caminho esperado inicialmente. No caso do Guardião, ele esperava queda do BB, mas o ativo foguetou e ele saiu do mercado com lucro ínfimo. Agora e ele se sente na obrigação de comprar ao mesmo preço inicial, o que é uma armadilha mental, pois o papel pode levar vários anos ou até mesmo jamais retornar ao patamar de preços anterior.

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    7. Troll,

      Em resumo, por isso que o ideal é só sairmos de um papel no dia em que a empresa ficar ruim!

      Abraços!

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    8. Troll,

      Se você recuperar comentários meus previos verá que sempre pensei (e continuo pensando) que BBAS é boa ação para se fazer isso.

      Ela costuma oscilar entre 20 e 28 reais... Eventualmente cai para 18 ou sobe para mais de 30.

      Assim, comprei a 19,xx e vendi a 25,xx. Um lucro de mais de 25% em 4 meses lhe parece ínfimo? Que bom! Para mim foi de um agrado grande...

      E o que interessa no final das contas? Não seria o resultado, a rentabilidade, ou a evolução patrimonial?! Estou satisfeito com minhas escolhas, e veja bem : não as recomendo para ninguém!

      Posso estar muito equivocado, quando comparado às táticas usadas por você, mas vejo meu patrimônio aumentando em taxas bem interessantes!

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    9. Guardião,

      Pois é, o que importa é que cada investidor esteja satisfeito com o seu desempenho. Só não confunda B&H com trades, que é o que você fez em BBAS3.

      Abraços!

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    10. O problema é comemorar os ganhos e esquecer do risco que tomou para obtê-los. Agora imagine alguém que tenha usado sua estratégia, mas tenha adquirido Bbas a 35. Se você não se convence, só o tempo irá lhe ensinar. Mas se sua venda foi assim tão boa, explique o motivo do post depressivo.

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    11. Troll,

      O fato é que é praticamente impossível acertar os fundos e topos justamente pelo fato do mercado ser totalmente irracional!

      Abraços.

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    12. Falei uma vez no blog do Guardião.

      Para lidar com isso: só usar stops ou opções. Não tem mistério nenhum.

      Violinada faz parte no caso de stops.

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    13. Dimarcinho,

      Usar stop no B&H? Que eu saiba, stop e alvo de lucro são utilizados em trades. Corrija-me se eu estiver errado por favor.

      Abraços!

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  13. Tema polêmico!Só não entendi a colocação do UB em relação a Vale e Eztec.Se tão enfrentando dificuldades e apanhando,por quê não comprar agora.Sabendo que se trata de empresa cíclica.Vou comprar só quando se recuperar?Quando tiver a 40,00(Vale)?

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    1. Anônimo,

      Essa é uma decisão pessoal de cada um. EZTC3 e VALE3 realmente são cíclicas. Comprar elas quando estão na "baixa" pode ser uma boa opção.

      Abraços!

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    2. E a IL ... isso que você está fazendo é precificação. "Comprar na baixa". Você determinou que o mercado está em baixa para ferro e construção, mas pode ser que estejamos em um patamar que demore 20 anos para ocorrer novamente ...

      Precificar faz parte da vida. Em todos os sentidos, analisamos a relação custo x beneficio. A questão é qual complexidade de cálculos queremos usar e até onde vai nossa capacidade.

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    3. Anom, só quis dizer ao I.L. que análise de mercado é importante sim, ao contrário do que ele pensa não é bom só olhar balanço. Sobre Vale e EZtec quem garante que já estão no fundo do ciclo? Quem comprar agora está apenas fazendo uma aposta, nada mais.

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    4. Anônimo,

      Se eu precifiquei, foi absolutamente sem querer. Não tenho capacidade para fazer isso. Mas é inegável que a construção civil e a mineração estão em retração.

      Abraços!

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    5. UB,

      Os balanços, em geral, refletem o mercado! Se a Vale está lucrando menos, é óbvio que é porque o preço do minério de ferro está em queda livre.

      Como falei, não precisa acompanhar as notícias para perceber isso.

      Abraços!

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    6. OK, I.L., se vc quer ficar alienado é opção sua, depois fala que não avisei, rs

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  14. Excelentes, mas realmente excelentes as colocações do AdP acima.

    IL, AdP foi direto na ferida: vc tá citando coisas sobre as quais não leu. Como ele bem colocou, entenda como uma crítica positiva.

    Já li o livro do Siegel há muito e, muita coisa que vc gosta de falar e discordar, está justamente documentado neste livro (em opinião contrária à sua, diga-se de passagem). O AdP citou bem que ele tem vários estudos de P/L, DY e etc. Como para uns pontos você leva à risca e em outros os ignora completamente? Acho que há incoerência, e grande, nisso.

    Fugindo um pouco ao assunto e indo para a discussão sobre ETF / stock picking (que no fundo, está intimamente ligado à essa discussão) os resultados do livro do Siegel são baseados em FUNDOS DE ÍNDICES. Ou seja, qdo vc menciona o Siegel dizendo que as ações irão bater a renda fixa no longo prazo, vc está citando que os Fundos de Índices irão bater a renda fixa no longo prazo e não stock picking. Inclusive, neste mesmo livro, ele mostra como os fundos mútuos (que fazem stock picking) tiveram desempenho terrível, perdendo para os Fundos de Índice.

    E agora, José? Nota como os conceitos estão totalmente incoerentes? E to falando de uma única fonte, hein!

    Existe um capítulo "Vencendo o Mercado", onde ele mostra que utilizar indicadores como P/L, DY, técnicas de valuation são essenciais e, ESTES SIM, fizeram diferença.

    Agora voltando à discussão sobre preço e valor, Siegel sugere a Hipótese do Mercado Barulhento que mostra justamente que há descolamento da realidade entre preços e valor.

    Enfim, é tanta inconsistência junta que fica até complicado explicar tudo num mesmo post.

    Sobre realizar o lucro, existem mecanismos simples que podem otimizar o lucro do investidor a um custo ínfimo. Neste ponto, não vejo problemas.

    []s!

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    1. Dimarcinho,

      Como falei para o ADP, eu realmente não li ainda o livro do Siegel, apenas peguei algumas resenhas do mesmo, contudo pretendo fazer isso assim que possível.

      Olha, eu sei que vou parecer teimoso e insistente, só que realmente eu não consigo aceitar que investir em um índice seja melhor do que fazer stock picking!

      Eu sou o tipo de pessoa que só acredita vendo. Logo, se daqui há dez anos, eu ver que estou tomando uma lavada do índice, aí sim darei o braço a torcer.

      Fora isso, o tempo é o senhor da razão, correto? Vocês metem o pau no Bastter, e eu estou ciente de que estou seguindo o "método" dele e que posso ferrar-me sim.

      Honestamente, não acho que o Bastter seja um charlatão ou algo do tipo. Eu aprendi muito com ele sem gastar absolutamente nada com isso.

      O fato é que eu acredito no B&H e a história mostra como ele é simplesmente invencível no longo prazo.

      Abraços.

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    2. Bom, vc pediu um exemplo. Fica aí:

      http://www.minhaseconomias.com.br/blog/investimentos/ibovespa-ou-cdi-qual-indicador-rendeu-mais-em-20-anos

      []s!

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    3. Dimarcinho,

      Pera aí... Esse exemplo é EXTREMAMENTE tendencioso, para dizer o mínimo... Quem, em condições normais, aplica 1 real por dia? Pelo amor de Diós...

      Além do mais, comparar a Selic de 20 anos atrás com a de hoje é covardia e mau caratismo. Renda fixa era boa quando nossos pais eram jovens.

      Outro erro, o mais grave na minha opinião, é essa comparação estúpida com o Ibovespa. Faça uma comparação com uma carteira decente e as ações ganharão de lavada em qualquer cenário.

      Abraços!

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    4. Dimarcinho,

      Veja esse link:

      http://www.bcb.gov.br/?COPOMJUROS

      A tendência da Selic é de QUEDA! Quanto mais rico o Brasil for e a desigualdade diminuir, menor será essa taxa. Daqui há vinte anos é bem provável que ela esteja menor do que maior.

      Abraços!

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    5. Bom, vc pediu um exemplo e eu trouxe. Agora ele é tendencioso? Quem garante que uma situação do gênero não poderá ocorrer até lá?

      Repito: todo e qualquer estudo de ações no longo prazo é feito com os índices. Qdo vc fala q ações vencem renda fixa no longo prazo, está falando que os índices vencem as ações no longo prazo.

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    6. IL,

      Veja esse link:

      http://4.bp.blogspot.com/-WEm1umGJpcg/UpDrQDaO2kI/AAAAAAAABHs/Pv00q_tkLgk/s1600/0095_Peru+de+A%C3%A7%C3%A3o+de+Gra%C3%A7as+-+Cisne+Negro.png

      []s!

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    7. Dimarcinho,

      Concordamos então que as ações sempre vencem a renda fixa, ou melhor, a taxa livre de risco, no longo prazo?

      Abraços!

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    8. Absolutamente, não!

      Depende do prazo e do timeframe!

      []s!

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    9. Dimarcinho,

      Disserte mais sobre isso. Só adianto para você que os estudos, que você tanto gosta de citar, mostram exatamente o contrário.

      Abraços!

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    10. Dissertarei. Mas antes, poderia você mostrar apenas 2 estudos?

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    11. Dimarcinho,

      Se o livro do Jeremy Siegel não conseguiu convencer você, mais nada o convencerá. Recomendo esse artigo do Fábio Portela:

      http://www.opequenoinvestidor.com.br/2011/01/explicando-a-estrategia-buy-and-hold/

      Abraços!

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    12. IL,

      vc vai esperar os 200 anos? rs

      Cara... se liga, eu tb acho que irá ser vencedor no longo prazo.... a grande questão é: e SE não acontecer?

      Reflita sobre isso.

      []s!

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    13. Dimarcinho,

      E por que não aconteceria? Explique-me.

      Abraços!

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    14. Cara, este não é o ponto. Não interessa o que pode acontecer.

      A questão é: e se der errado, por qq motivo que seja, o que você vai fazer às vésperas da aposentadoria?

      Vai ter perdido a VIDA e ainda estará em maus lençóis na aposentadoria.

      O B&H é, sem dúvida, aquele que poderá trazer maior rentabilidade ao investidor, mas devido ao colocado acima, é também aquele que carrega o maior risco.

      []s!

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    15. Dimarcinho,

      Vamos pontuar algumas coisas. Primeiro, a chance do B&H dar certo é MUITO maior que dar errado. Segundo, você acha que eu não monitoro a minha carteira?

      Não sou adepto do "Buy and Forget". Fora isso, pretendo começar em 2015 uma diversificação na Renda Fixa, de modo que meu capital esteja alocado na proporção 70% em RV e 30% em RF.

      E também estou pensando em começar algum plano de previdência, para, caso tudo dê errado, eu consiga ao menos ter uma renda mínima para a minha sobrevivência.

      Estou juntando grana e daqui há cinco anos darei entrada no meu primeiro imóvel, afinal, sou adepto de que você precisa ter pelo menos UM teto e UMA fonte de renda.

      Além disso, pretendo continuar tendo uma ocupação e ganhando dinheiro. Não tenho a ambição de alcançar a IF e ficar em casa coçando o saco.

      Estou bem preparado, não acha?

      Abraços!

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    16. Bom, agora sim, vc possui um plano B!

      Só lembre-se que num país de juros altos como o Brasil, fica bem difícil qq renda variável superar esta barreira. Se isto perdurar por muito tempo, não haverá prazo suficiente pra Bolsa voltar a ganhar o terreno perdido, como aconteceu, por exemplo com os juros altos do ínicio dos anos 90...

      []s!

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    17. Dimarcinho,

      Eu sei disso. Mas acredito que uma hora isso vai acabar. E você também acredita nisso, senão, não estaria 100% em RV como eu.

      Abraços!

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    18. IL,

      não estou 100% em renda variável. Além do plano de previdência da Petros, possuo uma reserva em renda fixa.

      Mas o que acompanho é minha gestão ativa. Se ela não der certo, irei mudar minha estratégia.

      []s!

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    19. Dimarcinho,

      O seu dinheiro em Renda Fixa é apenas a sua reserva de emergência ou é ela e uma parte do seu patrimônio também? Todos nós somos "gestores" da nossa carteira de ações.

      Veja o caso da Cemig, por exemplo. Eu não preciso esperar os balanços para saber que o PT, se eleito, vai acabar com a empresa. O próprio Mercado já está prevendo isso.

      Abraços!

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    20. Patrimônio, mas não acho necessário divulgar uma carteira de renda fixa em meu blog, a não ser que eu estivesse fazendo operações em títulos pré-fixados, o que não é o caso.

      []s!

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    21. Dimarcinho,

      Bacana! Eu entendi a sua "preocupação" comigo. Eu não sou tão louco assim, hehehehe. Todo mundo tem que ter um plano B. Mas eu ainda acho que no LP as ações vão nos dar muitas alegrias.

      Inclusive, se o PT perder, quem sabe eu não entro na Petrobras? Só não tenho ela na carteira por causa da quadrilha que está governando o país.

      Abraços!

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